Fotografias de Paulo Rodrigues

Mudança de comportamento, forma de expressão, estilo de vida, arte, linguagem ou ferramenta social são algumas das muitas expressões que remetem ao grafite. A arte surgiu no Brasil, na década de 1970, e foi ganhando incrementos que colocaram o grafite brasileiro entre os melhores do mundo.


 Atualmente, o Brasil tem grandes representantes dessa arte como os gêmeos Gustavo e Otávio - com muros grafitados nos EUA, Austrália, Alemanha, Portugal, Itália, Grécia, Espanha, China, Japão, Cuba, Chile e Argentina - Francisco Rodrigues, o Nunca, e Nina Pandolfo, que coloriram as paredes de um castelo na Escócia, reforçando ainda mais o grafite como arte e não como vandalismo.



 Junto aos jovens, o grafite é empregado como ferramenta contra a marginalização. Pelo país inteiro, oficinas, oferta de espaços para grafitar e ONGs incentivam crianças e jovens a conhecer e aprender mais sobre essa manifestação artística de rua e seu papel na sociedade. De acordo com Árabe, um dos mais conceituados grafiteiros de Manaus, a presença do grafite na vida de crianças e adolescentes representa inclusão social e digital. “Eles querem registrar seus grafites e propagar o trabalho. Para isso, se interessam pelo ambiente online e por programas de tratamento de imagens, por exemplo”, comenta.



É preciso dar visibilidade aos artistas de Street Art. O esforço dessas pessoas precisa ser cada vez mais valorizado. Certamente alguns muros na cidade se tornariam mais atraentes.




Texto retirado dos sites


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