Mudança de comportamento, forma de
expressão, estilo de vida, arte, linguagem ou ferramenta social são algumas das
muitas expressões que remetem ao grafite. A arte surgiu no Brasil, na década de
1970, e foi ganhando incrementos que colocaram o grafite brasileiro entre os
melhores do mundo.
Atualmente, o Brasil tem grandes
representantes dessa arte como os gêmeos Gustavo e Otávio - com muros
grafitados nos EUA, Austrália, Alemanha, Portugal, Itália, Grécia, Espanha,
China, Japão, Cuba, Chile e Argentina - Francisco Rodrigues, o Nunca, e Nina Pandolfo,
que coloriram as paredes de um castelo na Escócia, reforçando ainda mais o
grafite como arte e não como vandalismo.
Junto aos jovens, o grafite é
empregado como ferramenta contra a marginalização. Pelo país inteiro, oficinas,
oferta de espaços para grafitar e ONGs incentivam crianças e jovens a conhecer
e aprender mais sobre essa manifestação artística de rua e seu papel na
sociedade. De acordo com Árabe, um dos mais conceituados grafiteiros de Manaus,
a presença do grafite na vida de crianças e adolescentes representa inclusão
social e digital. “Eles querem registrar seus grafites e propagar o trabalho.
Para isso, se interessam pelo ambiente online e por programas de tratamento de
imagens, por exemplo”, comenta.
É preciso dar
visibilidade aos artistas de Street Art. O esforço dessas pessoas precisa ser
cada vez mais valorizado. Certamente alguns muros na cidade se tornariam mais
atraentes.
Texto
retirado dos sites